Michael (David Kross no papel do jovem e Ralph Fiennes com a idade mais avançada) relembra aquele que, provavelmente, foi o momento definidor de sua vida - quando o seu amor juvenil, uma mulher mais velha chamada Hanna Schmitz (Kate Winslet), foi presa e julgada pelos nazistas. O que o jovem verá, no tribunal, é algo que vai de encontro a tudo aquilo em que ele acredita.Acabo de chegar do cinema. O filme estreou hoje dia 02 em Londres. Uma surpresa esse filme. Kate Winslet se entrega totalmente ao papel de Hanna Schimidt, mulher enigmática que se envolve com um garoto de 15 anos e, culmina num final chocante. O filme todo é interessante e nos prende a cada minuto, e mais que isso, nos traz aquele tipo de sensação que somente alguns filmes nos trazem. A sensação de querer entrar na tela e interagir com os personagens, brigar e chorar com eles. Não da tempo para muito, e quando vemos, o filme já acabou. São 2 horas que parecem 2 minutos, e impressionantemente, quando o filme acabou, não se ouvia um comentário na sala... E nem mesmo barulhos. As pessoas continuavam sentadas nas poltronas, emocionadas, e acredito que como eu, sufocadas... Sufocando um choro, uma vontade de gritar, de chorar alto, ... Sei la. As pessoas se levantaram aos poucos, de vagar e sem pressa alguma, e sem conversarem umas com as outras. Ao final do filme é essa a sensação... De silencio, de luto talvez. Mas claro, tem uma mensagem importante sobre a vida, sobre o passado e o quanto é importante vivermos o presente. Mas cada um faz uma leitura diferente sobre "mensagens" de filmes, então, que cada um faca a sua. E sem dúvida ela será interessante e importante.
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